
Paulo Neto / Paulo Pereira, ao volante de um Citroen C2 R2 MAX vão estar à partida da terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM, o Rali Vila Verde, que se disputa dias 27 e 28 de Junho, tendo como objectivo uma boa estreia nos pisos de asfalto.
Depois de duas provas em terra, o Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM e o Citroen Racing Trophy vão entrar nos pisos de asfalto, com o Rali Vila Verde a ser o primeiro de quatro provas neste tipo de superfície, tendo a organização desportiva a cargo do Clube Automóvel do Minho (www.camminho.com).
No ano que tem de ser de aprendizagem, Paulo Neto, vai ter que enfrentar agora outra novidade que são os pisos de asfalto, pelo que “tenho que voltar à estaca zero. Agora vamos ter que passar por um processo de adaptação ao carro para asfalto e ao ritmo de prova, já que neste tipo de piso anda-se muito mais depressa, o que exige mais concentração”.
O piloto de Sintra já esteve em Vila Verde para reconhecer a prova, dizendo que “os troços são muito rápidos, mas estreitos em algumas zonas, e serão muito exigentes. Por isso será necessário ter algumas precauções, até porque ainda não conduzimos o carro neste tipo de piso, o que só acontecerá no Shakedown”.
Atendendo a esta contrariedade, Paulo Neto traça como objectivos desportivos “andar depressa mas sempre com alguma margem, até porque é muito importante terminar para pontuar mas também para ficar a conhecer o carro. Terminar este rali por certo que nos dará pontos importantes e um conhecimento do carro em asfalto, que será importante para as próximas provas”.
Depois de duas provas em terra, o Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM e o Citroen Racing Trophy vão entrar nos pisos de asfalto, com o Rali Vila Verde a ser o primeiro de quatro provas neste tipo de superfície, tendo a organização desportiva a cargo do Clube Automóvel do Minho (www.camminho.com).
No ano que tem de ser de aprendizagem, Paulo Neto, vai ter que enfrentar agora outra novidade que são os pisos de asfalto, pelo que “tenho que voltar à estaca zero. Agora vamos ter que passar por um processo de adaptação ao carro para asfalto e ao ritmo de prova, já que neste tipo de piso anda-se muito mais depressa, o que exige mais concentração”.
O piloto de Sintra já esteve em Vila Verde para reconhecer a prova, dizendo que “os troços são muito rápidos, mas estreitos em algumas zonas, e serão muito exigentes. Por isso será necessário ter algumas precauções, até porque ainda não conduzimos o carro neste tipo de piso, o que só acontecerá no Shakedown”.
Atendendo a esta contrariedade, Paulo Neto traça como objectivos desportivos “andar depressa mas sempre com alguma margem, até porque é muito importante terminar para pontuar mas também para ficar a conhecer o carro. Terminar este rali por certo que nos dará pontos importantes e um conhecimento do carro em asfalto, que será importante para as próximas provas”.



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